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		<title>Diário: Guerra de comunicados</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 20:45:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipa Moreno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Filipa Moreno]]></category>
		<category><![CDATA[miguel relvas]]></category>
		<category><![CDATA[público]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.e-clique.com/wp-content/uploads/et_temp/logo-clique-grande2-6628_300x200.jpg"/></p>Uma acusação, duas polémicas e três comunicados - o Público em guerra interna depois de alegadas pressões de Miguel Relvas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.e-clique.com/wp-content/uploads/et_temp/logo-clique-grande2-6628_300x200.jpg"/></p><p>Soube-se hoje de mais uma polémica – ou melhor, duas – a envolver o jornal Público. O Conselho de Redação do jornal fez saber em comunicado que o ministro dos Assuntos Parlamentares terá ameaçado o jornal com um boicote dos ministros, caso fosse publicada uma notícia acerca das contradições no testemunho de Miguel Relvas na Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias (polémica #1).</p>
<p>Diz o comunicado que Relvas terá ameaçado também divulgar dados da vida privada da jornalista e editora de Política do Público, se a notícia fosse publicada.</p>
<p>E aqui começa a polémica #2. É que o Conselho de Redação não deixou passar em branco o facto de a notícia não ter realmente sido publicada, como que a criticar a decisão editorial do jornal mostrando que esta poderia ser interpretada como uma cedência às pressões do ministro. A direção do Público decidiu responder, também ela em comunicado, que a decisão da não publicação já tinha sido tomada – será que lhes ocorreu dizer logo isto ao Sr. Ministro e acabar com os telefonemas incómodos?</p>
<p>Só o tom jocoso de Mário Crespo na SIC Notícias consegue marcar a ironia da polémica – enquanto o Conselho de Redação se pronuncia em defesa do jornal, embora não passe nem criticar o facto de a notícia não ter saído, a direção vira-se contra a sua própria instituição e diz que, não senhor, já tinham decidido nem publicar o artigo. Claro que, à tarde, a notícia era sobre as alegadas pressões de Miguel Relvas. Nos noticiários da noite, já era sobre a guerrilha interna do Público. E, mais uma vez, um caso de limitação à liberdade de imprensa passará sem repercussões reais – não sem antes serem abertos um ou dois inquéritos para averiguar o caso. Somos um país de inquéritos, já repararam?</p>
<p>Também Miguel Relvas teve direito ao seu comunicado e, mesmo sem o termos lido, já podíamos adivinhar o conteúdo. É mentira, as acusações são “totalmente destituídas de fundamento”. Pode recorrer a meios legais “em defesa da honra e do bom” e outras expressões pomposas que convém usar nestas situações.</p>
<p>Fosse isto nos Estados Unidos, ou num dos poucos países europeus verdadeiramente evoluídos, e seria caso para demissões no Governo. Mas estamos em Portugal e estamos a falar de um ministro que, em pouco tempo de presença no governo, já se viu alvo de algumas polémicas deste género.</p>
<p>Filipa Moreno, editora.</p>
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		<title>Um mundo com menos jovens</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 13:30:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Amaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[.COM]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
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		<category><![CDATA[crise]]></category>
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		<category><![CDATA[suicídio]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.e-clique.com/wp-content/uploads/et_temp/jovens-felizes-20553_300x200.jpg"/></p>A morte nos jovens é um problema atualmente tranversal a todas as sociedades, mas tem origem em causas muito diferentes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.e-clique.com/wp-content/uploads/et_temp/jovens-felizes-20553_300x200.jpg"/></p><p>Morrem no mundo cada vez mais jovens entre os 10 e os 24 anos. A cada ano, mais 2,6 milhões de pessoas morre ao longo das duas primeiras décadas de vida.</p>
<p>Os acidentes na estrada, o suicídio e a violência são responsáveis por quase 1/4 destas mortes, como revela um estudo recente da revista médica <em>The Lancet</em>.</p>
<p><strong>Portugal</strong> ocupa a terceira posição dos países desenvolvidos com maior número de mortes nesta faixa etária. O nosso país só é ultrapassado pela <strong>Nova Zelândia</strong> e pelos <strong>Estados Unidos</strong>.  O país americano destaca-se no que toca à violência como causa destas mortes. É, de facto, o país onde a violência tem maior expressão quando analisamos o cenário de causas que levaram ao aumento da morte jovem no mundo. Neste país, são frequentes os relatos de assassinatos em massa em escolas e universidades, fazendo muitas vítimas entre os jovens.</p>
<p>Em <strong>Portugal</strong>, a violência não é, de facto, a causa mais preocupante de morte dos jovens. Grande parte destas vidas são roubadas pelas estradas, mas o suicídio, como podemos ver no gráfico, já tomou proporções preocupantes e aparece como a segunda causa de morte dos jovens portugueses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.e-clique.com/wp-content/uploads/2012/05/morte-jovens.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-19091" src="http://www.e-clique.com/wp-content/uploads/2012/05/morte-jovens.jpg" alt="" width="620" height="430" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Nível dos países influencia</strong></p>
<p>A taxa de mortalidade nos jovens varia de acordo com o nível de vida do país. Morrem 4 vezes mais jovens nos países em desenvolvimento do que nos países desenvolvidos.</p>
<p>Mudam os números e mudam as causas. Nos países mais ricos, os acidentes de trânsito são responsáveis por 10% das mortes, 6,3% dizem respeito aos suicídios, 6% estão relacionadas com atos violentos e apenas 5% foram por causas puramente médicas como infeções respiratórias, tuberculose ou VIH/Sida.</p>
<p>Destacam-se ainda outras zonas, onde a violência é a maior causa das mortes jovens.</p>
<p>O nível de vida das populações nas nações da <strong>América Latina</strong> também determina a origem das mortes da população mais jovem. Aqui, devem-se a causas médicas e também à violência, esta última em maior escala, possivelmente atribuída aos conflitos relacionados com o tráfico de droga – problema constante nestes países.</p>
<p>Nos países mais pobres morre-se ainda mais cedo. É de 15% a estatística das mortes que acontecem ainda na infância, grande parte das vezes devido a doenças transmitidas por via materna, ao contágio da tuberculose e do VIH/Sida.</p>
<p>Mas enquanto a morte jovem tem vindo a crescer nos países desenvolvidos nos últimos 50 anos, o número de mortes de crianças com menos de 5 anos caiu na ordem dos 80%.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Suicídio mata mais que a estrada</strong></p>
<p>Quando falamos a nível geral e não nos cingimos à faixa etária dos 10 aos 24 anos, o suicídio já mata em <strong>Portugal </strong>mais do que a estrada. Os últimos números do <em>Instituto Nacional de Estatística,</em> referentes a 2010, mostram isso mesmo &#8211; morreram 1101 pessoas por lesões auto-inflingidas voluntariamente, mais 86 do que aquelas que perderam a vida em acidentes nas estradas.</p>
<p>Estes alarmantes números do suicídio no nosso país levaram a que fosse criada uma comissão composta por académicos e profissionais da área da saúde, para a prevenção destas situações. Uma ação que já estava prevista no Plano de Saúde Mental 2007/20016, mas foi acelerada devido ao elevado número de casos registados. Estas situações limite de desespero “têm aumentado por questões de ansiedade  e depressão&#8221;, como revelou <strong>Álvaro de Campos</strong>, líder desta comissão.</p>
<p>É impossível determinar com certeza os factores que fizeram disparar os suicídios no nosso país, mas a conjuntura de crise e o elevado número do desemprego jovem podem contribuir para interpretar estes números e revestem estes projetos, com toda a certeza, de uma importância especial.</p>
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		<title>A vida por uma fotografia</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 11:30:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rita Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[.COM]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotojornalista]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[pullitzer]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.e-clique.com/wp-content/uploads/et_temp/Horst-Faas-009-21005_300x200.jpg"/></p>O fotojornalista de renome mundial Horst Faas morreu aos 79 anos deixando um dos maiores legados de fotografias de guerra.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.e-clique.com/wp-content/uploads/et_temp/Horst-Faas-009-21005_300x200.jpg"/></p><p>O jornalismo e fotojornalismo de guerra surgem frequentemente entre as profissões mais perigosas do mundo. Profissionais arriscam a vida para contar uma história, para tirar uma fotografia. A par dos soldados que alguns seguem, atravessam campos de minas, são baleados, passam fome, sede, por uma causa maior &#8211; poder contar uma história.</p>
<p>O maior contador de histórias de guerra através de imagens foi, talvez, <strong>Horst Faas</strong>.<strong> </strong>Falecido há cerca de uma semana, <strong>Faas</strong> era um herói da imortalização da imagem. Para além de ter criado o seu próprio &#8220;exército&#8221; de fotógrafos também excepcionalmente bons, fotografou locais de conflitos como o <strong>Cambodja</strong> ou o <strong>Vietname</strong> (onde ficou gravemente ferido). Acabou por ganhar dois <em>Pullitzer</em> com o seu trabalho, um em 1965 e outro em 1972. Para além de muitos outros prémios que comprovam a genialidade da sua carreira.</p>
<p>O correspondente do <em>New York Times</em> em <strong>Saigon</strong>, <strong>David Halberstam</strong>, e que conviveu de perto com o fotojornalista, afirma <em>«penso que ninguém ficou mais tempo, correu mais riscos, ou mostrou maior devoção pelo seu trabalho e colegas. Penso nele como nada menos que um génio</em>».</p>
<p><strong>Portugal</strong> pode também orgulhar-se de ter um dos maiores fotojornalistas dos últimos tempos que, apesar de todas as adversidades, não desiste da sua profissão. <strong>João Silva</strong> já trabalhou com várias agências, mas foi ao serviço do <em>New York Times</em> que, numa missão no <strong>Afeganistão </strong>durante o ano passado, pisou uma mina e perdeu as duas pernas. A coragem demonstrada pelo fotógrafo é admirável, já que nos momentos imediatamente a seguir à explosão continuou a fotografar à sua volta. <strong>João Silva</strong> já regressou ao trabalho e está agora em progressiva recuperação.</p>
<p><strong>Horst Faas</strong> e <strong>João Silva</strong> são exemplos dos perigos associados às profissões de jornalista e fotojornalista. São também casos de relevo no mundo da fotografia, com exemplares únicos e impressionantes que relatam histórias apenas conhecidas devido aos seus olhares críticos e acutilantes que captam momentos de outra forma perdidos no tempo. Fica uma galeria de imagens de guerra vencedoras do Prémio <em>Pullitzer</em> e bem conhecidas de todos, em jeito de homenagem a <strong>Horst Faas.</strong></p>
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<p>As imagens da galeria são, pela ordem que surgem:</p>
<p>Horst Faas. Vietnam (1933-2012)</p>
<p>Horst Faas. Cambodja, Março de 1965</p>
<p>Horst Faas. Vietnam, Janeiro de 1966</p>
<p>Larry Burrows. Vietnam, Outubro de 1966</p>
<p>Eddie Adams. Vietnam, Fevereiro de 1968</p>
<p>Huynh Cong Ut. Vietnam, Junho de 1972</p>
<p>Jeff Widener. Praça de Tiananmen, Junho de 1989</p>
<p>Carolyn Cole. Libéria, Agosto de 2003</p>
<p>Oded Balilty. Palestina, Fevereiro de 2006</p>
<p>Massoud Hossaini. Kabul, Dezembro de 2011</p>
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		<title>Diário: O mês de Haia</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 14:40:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonor Riso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.e-clique.com/wp-content/uploads/et_temp/logo-clique-grande1-6628_300x200.jpg"/></p>O comentário diário da redação Clique.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.e-clique.com/wp-content/uploads/et_temp/logo-clique-grande1-6628_300x200.jpg"/></p><p>Ratko Mladic e Charles Taylor. Os dois nomes são unidos não só por crimes execráveis, mas por circunstâncias temporais: este mês, ambos se encontram no Tribunal Internacional de Haia. O antigo líder militar sérvio durante a guerra da Bósnia vê o seu julgamento começar; já o ex-presidente da Libéria conhecerá no dia 30 a sua sentença face aos onze crimes de que foi declarado culpado.</p>
<p>Mladic leva para o tribunal as histórias trágicas e horríveis da guerra, dos massacres de Sarajevo e Srebrenica, em nome da limpeza étnica que não se entende e prefigura o que de pior somos capazes e que sim, a humanidade apaga-se por vezes.</p>
<p>Em maio de 2011, foi preso, depois de 16 anos desaparecido. Hoje, a Sérvia tenta lidar consigo própria e com o Kosovo, do qual ainda não reconhece a independência. A extensão das marcas da guerra é sempre inconcebível na sua imensidão completa. O tempo de as resolver é imensurável.</p>
<p>Taylor descobrirá a sua sentença no final do mês. Poderá chegar aos 80 anos de prisão. Ao ler as acusações deparamo-nos com o fomento da guerra na Serra Leoa, com actos de terrorismo, a violação, os crimes contra a humanidade, o recrutamento de crianças-soldado. Impressionante.</p>
<p>E durante o julgamento, tanto um como o outro mantêm ainda uma altivez incompreensível, ou mesmo uma pose de desafio. Aqui e agora, os tribunais podem ajudar a virar a página, a tentar fechar um pedaço de história, a dar paz a quem não a conheceu e a merecia.</p>
<p>Mas ainda assim, dói sempre saber que a humanidade, enquanto presumível valor universal, se pode apagar. Por vezes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Leonor Riso, editora</em></p>
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		<title>Al-Jazeera, a Voz do Mundo Árabe</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 13:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[.COM]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[al jazeera]]></category>
		<category><![CDATA[árabe]]></category>
		<category><![CDATA[arábia saudita]]></category>
		<category><![CDATA[Catar]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.e-clique.com/wp-content/uploads/et_temp/september11news.com_-20441_300x200.jpg"/></p>A estação televisiva Al-Jazeera foi condecorada com o prémio da Liberdade de Expressão 2012, atribuído pela Fundação Roosevelt.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.e-clique.com/wp-content/uploads/et_temp/september11news.com_-20441_300x200.jpg"/></p><p>A estação televisiva <em>Al-Jazeera</em> foi condecorada com o prémio da Liberdade de Expressão 2012, atribuído pela <em>Fundação Roosevelt</em>. As emissões do canal iniciaram-se em novembro de 1996, com seis horas diárias. Após o seu forte reconhecimento internacional, em 2001, com declarações de <strong>Osama Bin Laden</strong>, a estação alavancou-se, entre polémicas e contestações, para se tornar a voz dos árabes no mundo, o que a tornou numa das mais influentes marcas no planeta.</p>
<p>A 12 de maio, em Middelburg, Holanda, a <em>Fundação Roosevelt</em> entregou a <strong>Ahmed Bin Jassim Al-Thani</strong>, diretor geral da <em>Al-Jazeera Media Network</em>, a distinção da Liberdade de Expressão 2012. Segundo a fundação, esta entrega foi alicerçada nos «<em>esforços, de longa data, a fornecer notícias de forma imparcial e independente, para um público internacional, e oferecendo voz a uma diversidade de perspetivas e regiões</em>». Por sua vez, <strong>Al Thani</strong>, aquando da consagração, realçou que «<em>é com imenso orgulho e sincera humildade, que recebo este prémio da Liberdade de Expressão, em nome da Al-Jazeera Media Network</em>».</p>
<p>No ano de 1996 existiu uma pequena discordância entre a rede inglesa, <em>BBC</em>, que transmitia notícias árabes, e os seus patrocinadores sauditas. Motivado por uma censura de um documentário sobre execuções judiciais na Arábia Saudita. Este desentendimento culminou com o encerramento das ligações britânicas para o mundo árabe. Nesse momento o <strong>Sheikh Hamad bin Khalifa Al-Thani </strong>decidiu criar a <em>Al-Jazeera</em>, Península Arábica, em português.</p>
<p>Depois da sua primeira emissão em novembro de 1996, um ano depois já transmitia 12 horas diárias e no dia 1 de janeiro de 1999 iniciou as emissões ininterruptas. Desde os seus primórdios, a <em>Al-Jazzera</em> diferenciou-se pela liberdade da sua mensagem e deu visibilidade a movimentações e manifestações do povo árabe, até então ocultas.</p>
<p>O ano de 2001 marca uma viragem no canal. A difusão de mensagens de <strong>Osama Bin Laden</strong>, após os atentados de 11 de setembro, disseminou o canal por todo o mundo. Conseguiu com isso aumentar a sua popularidade com a cobertura em direto da zona de combate, da guerra no Iraque. O direto esteve na origem de mais uma divergência com os EUA, que não gostaram de ver soldados seus serem atingidos e capturados em tempo real, sem cortes. A estação televisiva com sede no Qatar tem ainda como marcos históricos o lançamento do seu <em>site</em> no ano de 2001, do <em>Al-Jazeera Mobile</em> e <em>Al-Jazeera Sports</em> em 2003, do <em>Al-Jazeera Children</em>, canal infantil, e <em>Al-Jazeera Mubasher</em>, transmissão direta de eventos sem edição, em 2005 e do <em>Al-Jazeera English</em>, canal internacional transmitido em inglês, no ano de 2006.</p>
<p>Outra das marcas da <em>Al-Jazeera</em> é a utilização do <em>Modern Standard Arabic</em> (MBA) como língua oficial. Esta variante é uma modernização do árabe clássico, originário do Alcorão.A atualização foi concebida a fim de facilitar a comunicação entre árabes de diferentes países. É vulgarmente conhecida pela língua formal do mundo árabe. <em>  </em></p>
<p>No entanto, pacificidade não é uma palavra que defina a existência da <em>Al-Jazeera</em>. Com a Primavera Árabe, a cadeia qatariana viu-se envolta em nova polémica. <strong>Hassan Sharban</strong>, diretor do escritório da <em>Al-Jazeera</em> em Beirute, Líbano, demitiu-se. O jornal libânes, <em>Al-Akhbar</em>, noticiou que os seus motivos foram a insatisfação pela política parcial e provocatória que a cadeia adotou em relação à Síria e ao Bahrein. O produtor de correspondência e o corresponsável, <strong>Mousa Ahmad</strong> e <strong>Ali Hasher</strong>, já se tinham demitido pelo mesmo, suposto, motivo.</p>
<p>A cobertura da Primavera Árabe pela <em>Al-Jazeera</em> esteve ainda associada ao afastamento, em setembro, de <strong>Nadah Khanfor</strong>, que havia sido diretor nos últimos 8 anos. <strong>Khanfor</strong> deu lugar a <strong>Ahmed Bin Jassim Al-Thani</strong>, membro da família real do Qatar. Algumas vozes críticas associam esta mudança na direção à necessidade da família real controlar a informação, depois  dos acontecimentos que marcaram a Revolução , da Tunísia ao Iémen.</p>
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		<title>Ter O Facebook</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 09:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Inês Cabral</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bill Gates]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
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		<category><![CDATA[steve jobs]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.e-clique.com/wp-content/uploads/et_temp/facebook-logo-9389_300x120.jpg"/></p>Depois dos rumores, está confirmadíssima a cotação na bolsa da empresa fundada e gerida por um jovem de 28 anos: O Facebook marca a grande operação financeira dos últimos tempos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.e-clique.com/wp-content/uploads/et_temp/facebook-logo-9389_300x120.jpg"/></p><p><strong>Mark Elliot Zuckerberg</strong>, com 28 anos feitos de fresco, criou há cerca de oito anos, em parceria com os seus colegas universitários <strong>Dustin Moskovitz</strong>, <strong>Eduardo Saverin</strong> e <strong>Chris Hughes</strong> a plataforma social online que conta hoje com um número de usuários que ultrapassa já os 800 milhões. O que começou por ser “<em>The Facebook</em>”, site reservado aos estudantes da <strong>Universidade de Harvard</strong>, em pouco tempo se tornou numa das maiores empresas a passar por <strong>Silicon Valley</strong>.</p>
<p>Muitos questionam a credibilidade de Zuckerberg, que aparece a reuniões de chinelos e usa uma sweat de capuz no encontro com Senhores de <strong>Wall Street</strong>, para liderar a empresa sobre a qual detém apenas uma parcela, conservando, no entanto, um poder de voto de 53%, como chefe executivo. Discípulo de <strong>Jobs</strong>, de <strong>Graham</strong> e de <strong>Gates</strong>, o jovem de <strong>White Planes</strong> assume um estilo próprio de liderança, levado recentemento ao grande ecrã em <em><strong>&#8220;A Rede Social&#8221; </strong></em>de<strong> David Fincher,</strong> que mais aprazível a uns e menos a outros, o levou à lista dos homens mais ricos do Mundo.</p>
<p>Chega agora o momento do fundador do <strong>Facebook</strong> ser posto à prova: A empresa vai passar a ser cotada na bolsa de valores. A <em>Oferta Pública Inicial de Venda</em> (OPV) tem data marcada para Quinta-feira, dia 17 de maio, num processo gigante em que cerca de 337 milhões de ações serão postas à venda. Após um roadshow para atrair interesses, estima-se que desde a <strong><em>Google</em></strong>, em 2004, não há tantos investidores interessados, o que faz com que o valor das ações seja elevado logo no começo.</p>
<p>A cotação do <strong><em>Facebook</em></strong> na Bolsa surge numa altura em que a <em>Securities and Exchange Commission</em> flexibiliza a regulamentação para atenuar os efeitos da fuga de empresas estrangeiras que afeta o setor financeiro, pelo que nesta entrada estão depositadas grandes expectativas, ainda que alguns investidores temam quedas no lucro a longo-prazo por se tratar de uma rede social, uma plataforma online.</p>
<p>Quem não tem dúvidas é <strong>Steve Wozniak</strong>, cofundador da Apple, que numa recente entrevista à <em><strong>Bloomberg</strong></em> declarou: <em>“ Eu investiria no facebook. Não importa qual é o preço, de abertura (…) especialmente se eu for um investidor à procura de ganhar dinheiro”</em> . Wozniak não tem dúvidas também em relação a <strong>Mark Zuckerberg</strong>, a quem teceu elogios, referindo que pensa nele como uma combinação sua com <strong>Steve Jobs</strong>.</p>
<p>Zuckerberg, que não esteve na reunião da semana passada com alguns investidores por ter ficado preso na casa de banho, irá, à partida, manter o seu jeito administrativo e a sua posição dentro da empresa – cuja sede em <strong>Palo Alto</strong> tem as paredes grafitadas por <strong>David Choe,</strong> que, pago pelo trabalho em ações, está prestes a ver a sua pequena fortuna aumentar.</p>
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		<title>Está tudo a desvalorizar-se</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 14:49:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Pedro Pincha</dc:creator>
				<category><![CDATA[.COM]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[economist]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[panflation]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.e-clique.com/wp-content/uploads/et_temp/starbucks-coffee-cups-sizes-tall-grande-venti-trenta-47848_300x200.jpg"/></p>A panflation é um fenómeno bem atual que muitas vezes nos passa ao lado]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.e-clique.com/wp-content/uploads/et_temp/starbucks-coffee-cups-sizes-tall-grande-venti-trenta-47848_300x200.jpg"/></p><p>A inflação económica pode não andar nos seus melhores dias, mas a verdade, segundo aponta um trabalho recente da prestigiada revista <strong><em>The Economist</em></strong>, é que isso não impede verdadeiros fenómenos inflacionários noutros campos.</p>
<p>Tome-se o exemplo da restauração: já é raro encontrar “mini-pratos”. No fast-food os menus são médios, grandes ou ainda XXL. Na cadeia de bebidas <strong>Starbucks</strong>, até o copo mais pequeno se chama <em>“Tall”</em> (alto) e está para ser lançado um, o <em>“Trenta”</em>, com quase um litro.</p>
<p>Mas em muitos outros setores de atividade esta “inflação dos tamanhos” tem-se feito sentir. O artigo da <strong><em>The</em> <em>Economist</em></strong> dá vários exemplos: em muitas companhias aéreas já não há classe “económica” mas sim a de Viajante do Mundo ou simplesmente de Viajante. Também nos hotéis já não é possível encontrar quartos “standard”, tendo estes sido substituídos pelos “deluxe”, o menor de uma escala que pode ainda contar com quartos de “luxo”, de “luxo superior” ou de “luxo superior grande”.</p>
<p>O fenómeno é apelidado de “panflation” (uma corrupção para português seria <em>panflação</em>) que, baseado na palavra latina “pan” (tudo), significa a inflação de tudo. Segundo a <em><strong>The Economist</strong></em> trata-se de um fenómeno preocupante e aparentemente imparável que deve ser combatido.</p>
<p>Por exemplo, em termos académicos há também uma inflação crescente, aponta um estudo da Universidade de <strong>Durham</strong>. Segundo o relatório, as notas máximas hoje correspondem a “suficientes” nos anos 80. Em 25 anos, na Grã-Bretanha, o número de A (equivalente a um 20) atribuídos aos estudantes subiu de 9 para 27% e nos Estados Unidos as percentagens subiram dos 15 % em 1960 para 45% atualmente.</p>
<p>Para a <em><strong>The Economist</strong></em>, o que isto significa basicamente é uma desvalorização de tudo, o que causa problemas especialmente a nível laboral, havendo mais licenciados “brilhantes” de entre os quais os empregadores têm que escolher. A nível salarial também há graves consequências, uma vez que se criam inúmeros postos de diretores e chefes executivos e torna-se difícil definir taxas de pagamento justas.</p>
<p>Por outro lado, significa igualmente um aumento de padrões que tem como objetivo levar os consumidores a comprar produtos que pensam serem melhorados quando na realidade são o comum e talvez o que já conheciam.</p>
<p>Mas as opiniões sobre o tema divergem, mesmo entre os leitores da <strong><em>The Economist</em></strong>, que na página de internet do artigo deixaram muitos comentários apoiando a existência de tamanhos grandes e desvalorizando aquilo a que a revista chama um problema.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ser workaholic prejudica a empresa</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 11:46:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Liliana Borges</dc:creator>
				<category><![CDATA[.COM]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.e-clique.com/wp-content/uploads/et_temp/produtividade-21204_300x200.jpg"/></p>Chefe executiva do Facebook colocou de novo na agenda a discussão do número de horas de trabalho recomendáveis]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.e-clique.com/wp-content/uploads/et_temp/produtividade-21204_300x200.jpg"/></p><p>O estudo é antigo mas as conclusões mantêm-se. Ainda no calor da revolução industrial já algumas empresas procuravam saber qual o número de horas ideais para a produtividade laboral. Entre elas, a<strong><em> Ford Motor Co</em></strong>. A multinacional americana anunciou no início de 1900 que o equilíbrio ideal de horas de trabalho e produtividade estava nas 40 horas semanais.</p>
<p>Já nesta altura se defendia que uma produção que excedesse esse limite aumentava a produtividade apenas nas primeiras três ou quatro semanas. Após este período os trabalhadores mostravam não ser capazes de manter este ritmo e a sua produtividade era afetada, não só nas horas extra, como no cumprimento do seu horário normal.</p>
<p>O que mudou nos últimos 100 anos? Várias são as vozes que respondem «nada». Entre elas, a influente voz de <strong><a href="http://www.crunchbase.com/person/sheryl-sandberg" target="_blank">Sheryl Sandberg</a></strong>, ex-executiva na Google e atual chefe executiva do <em>Facebook</em>, que foi <a href="http://edition.cnn.com/2012/04/16/opinion/stone-leave-work-day/index.html?hpt=op_t1" target="_blank">recentemente notícia </a>por deixar o seu local de trabalho todos os dias, religiosamente, às 17h30.<strong> Sheryl</strong> adoptou o hábito desde o nascimento dos seus filhos e a sua <a href="http://www.makers.com/sheryl-sandberg/moments/leaving-work-530pm" target="_blank">decisão agora tornada pública</a> vem colocar de novo na agenda a discussão do número de horas de trabalho recomendáveis.</p>
<p>No atual mundo de<em> BlackBerrys, Ipads, Iphones</em>, e <em>smart technologies</em> de todo o tipo, podemos consultar o nosso e-mail, em qualquer momento, em qualquer lugar. Assumimos que estar sempre pronto a trabalhar é uma normal social. Mas estes workaholics acabam por ser menos eficientes do que aqueles mais relaxados com o trabalho: as pessoas que estão constantemente a fazer horas extras ao longo das semanas têm mais dificuldade em gerir a sua vida pessoal, o que eventualmente gera problemas que dificultam a concretização de objetivos de trabalho.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.e-clique.com/wp-content/uploads/2012/05/sheryln.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-19000" title="Sheryl Sandberg, chefe-executiva do Facebook" src="http://www.e-clique.com/wp-content/uploads/2012/05/sheryln.jpg" alt="Sheryl Sandberg, chefe-executiva do Facebook" width="640" height="360" /></a></p>
<p>Algumas empresas estão a tentar agora colocar offline os seus empregados para combater este desgaste tecnológico. Em Janeiro deste ano a <strong><em>Volkswagen</em></strong> limitou a recepção dos e-mails apenas a meia hora antes de começarem o dia e a meia hora depois de terminarem.</p>
<p>Enquanto em alguns negócios dos <strong>Estados Unidos da América</strong> as horas semanais chegam a 70, a <strong>Europa</strong> mantem-se na corda das 48 horas como limite legal (como é o caso da<strong> Alemanha, Suécia, Reino Unido</strong> e <strong>Dinamarca</strong>, alguns dos países mais competitivos do mundo). Esta busca de vantagem competitiva é ainda mais feroz em países como <strong>Tailândia, Coreia</strong> e <strong>Paquistão</strong>.</p>
<p>Atualmente, o número de horas semanais em Portugal ronda uma média de 38,2 horas. Em Outubro de 2011, o primeiro-ministro anunciou em comunicado algumas das medidas a constar na proposta do Orçamento do Estado para 2012. Entre elas a liberdade de «<em>expansão do horário de trabalho no sector privado em meia hora por dia, durante os próximos dois anos</em>», justificando a medida através da «<em>necessidade de recuperar a competitividade da economia e evitar o desemprego exponencial que a degradação da situação das empresas produziria</em>».</p>
<p>Resta saber a que voz irão as empresas dar ouvidos e se a posição, agora assumida, de trabalhadores como <strong>Sheryl Sandberg </strong>ganharam eco no mercado de trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Audi Q5 em Lisboa</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 16:08:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vírus]]></category>

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		<description><![CDATA[Vídeo de promoção de Audi Q5 gravado em Lisboa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object id="embedplayer" width="650" height="433" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="quality" value="high" /><param name="allowScriptAccess" value="true" /><param name="FlashVars" value="" /><param name="src" value="http://tv.audi.com/embed/1530" /><param name="play" value="true" /><param name="loop" value="loop" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="pluginspage" value="http://www.adobe.com/go/getflashplayer" /><param name="flashvars" value="" /><embed id="embedplayer" width="650" height="433" type="application/x-shockwave-flash" src="http://tv.audi.com/embed/1530" quality="high" allowScriptAccess="true" FlashVars="" play="true" loop="loop" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" pluginspage="http://www.adobe.com/go/getflashplayer" flashvars="" /></object></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vídeo de promoção de Audi Q5 gravado em Lisboa.</p>
</p>]]></content:encoded>
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		<title>O baile da Dona Gi</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 15:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joana Margarida Bento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entre Vistas]]></category>
		<category><![CDATA[baile das palavras]]></category>
		<category><![CDATA[Dona Gi]]></category>
		<category><![CDATA[fado]]></category>
		<category><![CDATA[folclore]]></category>
		<category><![CDATA[guitarra portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[José Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[portuguesa]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.e-clique.com/wp-content/uploads/et_temp/468639_374907189217791_246368728738305_983805_187142446_o3-300x272-22279_300x200.jpg"/></p>O Clique entrevisou os Dona Gi, uma banda que vai dar que falar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.e-clique.com/wp-content/uploads/et_temp/468639_374907189217791_246368728738305_983805_187142446_o3-300x272-22279_300x200.jpg"/></p><p style="text-align: justify;"><em></em><em>Os críticos já os comparam aos Deolinda e aos O&#8217;questrada e anunciam-nos como uma futura referência na música portuguesa. Com vista para o rio Douro e de guitarra ao ombro, os <a href="http://www.donagioficial.com">Dona Gi</a> iniciam agora o seu caminho pela música nacional com influências assumidamente populares. O primeiro álbum &#8211; &#8220;Baile das  Palavras&#8221; &#8211; é o cartão-de-visita da banda portuense que começa a despertar o interesse do público português. O Clique falou com José Rodrigues, – produtor, multi-instrumentista e co-autor das músicas &#8211; que nos revelou algumas curiosidades sobre o projeto. </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quem é e de onde veio a Dona Gi?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong></strong></em>“Dona Gi” é um projeto de originais em português, que mistura o folk e o fado, entre outras sonoridades, criado em 2010. Gisela Rodrigues, a voz e alma dos Dona Gi que “empresta” também o seu próprio diminutivo ao nome da banda, é uma cantora  muito versátil, licenciada em canto lírico, que desde sempre primou por abraçar projetos de diferentes estilos musicais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>No vosso tema <em>Contradição</em> podemos ouvir: “digo-te sim/ mas depois digo-te não/ mas o que importa é seguir o coração”. A decisão de cantar apenas em português foi tomada com hesitação ou com o coração?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong></strong></em>Foi tomada inteiramente com o coração, sem qualquer hesitação. Decidimos à partida cantar na nossa língua, o português. Quanto ao sotaque, esse pode passar também um pouco pelo Brasil, mas não deixa de ser a nossa língua. Não está fora de questão abordarmos outras línguas, mas sem dúvida que a essência dos Dona Gi será sempre o português, pois a Dona Gi é portuguesa!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A banda é composta por cinco elementos. Era esta a ideia inicial ou os convites foram surgindo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong></strong></em>A formação da banda foi construída de forma progressiva. Inicialmente idealizamos uma sonoridade um pouco mais rebuscada e mais complexa, um pouco menos popular, e experimentámos outras sonoridades e outros instrumentos, como a bateria ou o piano. Contudo, consoante fomos construindo e aprimorando os Dona Gi, tudo nos levou a uma sonoridade mais simples, acústica e constituída por instrumentos “portáteis”. Após esta decisão foi apenas uma questão de convidar os respetivos músicos, que já conhecíamos de outros projetos, para se juntarem à banda.</p>
<p><strong>O vosso disco, lançado recentemente, tem sido bem acolhido?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong></strong></em>Sim, sem dúvida. Estamos bastante agradados com a recetividade do nosso trabalho e com as críticas que temos recebido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os temas dos Dona Gi retratam situações do quotidiano num registo alegre mas também reflexivo. Qual é a vossa maior inspiração quando compõem?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em></em></strong><span style="text-align: justify;">A temática das nossas músicas baseia-se  nas coisas simples deste palco que é a nossa vida, retrata alguns pormenores pelos quais todos acabamos por passar de uma forma ou de outra e, claro, reflete bastante acerca do que nos faz a todos mover, o amor. Temos um lado A, a essência dos Dona Gi, que são temas alegres e dançáveis, mas temos também um lado B mais sério, reflexivo, onde a temáticas são tratadas de uma forma diferente, mais intensa e introspetiva.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=GX2oc0t9S1A"><img src="http://img.youtube.com/vi/GX2oc0t9S1A/2.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=GX2oc0t9S1A">Click here</a> to view the video on YouTube.</p>

<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Na música acordeão e guitarra, no videoclip rancho e uma carroça. Consideram-se uma homenagem ou uma renovação da cultura popular portuguesa?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong></strong></em>Ambos! Homenagem, em primeiro lugar, pois as nossas principais influências são alguns traços da nossa música popular, folclore ou mesmo fado. Renovação pelo facto de, embora o ponto de partida seja já algo bastante estabelecido, os Dona Gi não têm ponto de chegada, ou seja, não queremos nem pretendemos ser catalogados num estilo específico, mas sim abranger vários estilos, primando por alguma inovação e criatividade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quais são as referências nacionais dos Dona Gi?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em></em>Não temos referências específicas, contudo não há dúvida que certos nomes se destacam pela sua importância.</p>
<p><strong>O que podemos esperar dos vossos espetáculos ao vivo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong></strong></em>A “versão ao vivo” dos Dona Gi é algo bem diferente do nosso disco, algo que idealizámos desde o início. Nos nossos espetáculos ao vivo os nossos temas terão roupagens mais enérgicas e divertidas e temos como objetivo contagiar e interagir com o nosso público de uma forma divertida e descontraída.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.e-clique.com/wp-content/uploads/2012/05/527316_374779009230609_246368728738305_983449_828634540_n.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-18921" title="527316_374779009230609_246368728738305_983449_828634540_n" src="http://www.e-clique.com/wp-content/uploads/2012/05/527316_374779009230609_246368728738305_983449_828634540_n-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p><strong>O lançamento do disco e a afirmação da banda têm sido uma <em>Coisa Simples</em> ou um <em>Carrossel</em>?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma mistura dos dois. Dar “voz” a um novo projeto no nosso país não é um processo rápido nem fácil. Porém, quando as coisas são feitas com profissionalismo, persistência e dedicação não há razão para que não atinjamos os nossos objetivos enquanto banda.</p>
<p><strong>Para onde vão os Dona Gi?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong></strong></em>Pretendemos, pouco a pouco, levar a música dos Dona Gi ao maior número possível de pessoas, tanto no nosso país como no estrangeiro, essencialmente através de espetáculos ao vivo que é o sítio onde a nossa música faz mais sentido.</p>
<p>&nbsp;</p>
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